apjf Associação Portuguesa dos Jovens Farmacêuticos Sexta, 27 Jan 2012
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Mensagem da Direcção

Caros colegas,

É com enorme orgulho que hoje assumo o meu papel na nova estrutura associativa da APJF, com a presença de convidados tão honrosos.

Quero começar por dirigir o meu cumprimento e agradecimento a todos os elementos que se disponibilizaram a integrar esta nova equipa. É para mim um privilégio contar com a vossa confiança e empenho. Obrigado por me acompanharem nesta aventura!

Assumo perante vós que será com toda a minha dedicação e enorme sentido de responsabilidade que desempenharei as minhas funções.

Para este novo mandato procurámos reunir um grupo de jovens farmacêuticos dinâmicos a exercer em diversos domínios da profissão e em várias regiões do país. Estamos assim preparados para conhecer e apoiar os colegas que vivam as mais variadas realidades.

A equipa que hoje toma posse terá enorme responsabilidade numa época difícil para o país e em particular para a classe farmacêutica. No sector e sobretudo no que respeita aos profissionais mais novos, começamos a deparar-nos com graves problemas de desemprego, fruto das dificuldades económicas que se vivem na nossa área. As empresas estão fragilizadas por abruptas e repetidas alterações legais com graves consequências económicas. O importante papel que farmácias, distribuidores e indústria representam na sociedade portuguesa parece esquecido pelos decisores políticos. Talvez o grande engano na discussão pública e política de matérias, no sector do medicamento e cuidados de saúde seja o especial enfoque dado à vertente económica da nossa actividade e não àquilo que deveria ser primordial: o beneficio para a comunidade que representa o nosso papel junto do doente. Como jovens renegamos por completo a imagem redutora de classe economicamente privilegiada com interesses puramente comerciais. São os valores da ética e da qualidade que nos motivam e é por dedicação ao benefício público que diariamente se exerce a actividade farmacêutica. A nova Direcção da APJF defenderá sempre estes ideais. O exercício da actividade farmacêutica seja em que sector for, tem como fim primordial a melhoria da Saúde da população. Agora, é certo que para que possamos ser farmacêuticos temos de ter a possibilidade de trabalhar. Temos de continuar a poder desenvolver a nossa actividade especializada nas farmácias, nos laboratórios, hospitais, distribuidores e em tantas outras Instituições. Estou certo que por Portugal e pelos portugueses, nós farmacêuticos, nunca cruzaremos os braços. Desejo é que contemos também com o justo reconhecimento da classe política.

A Associação Portuguesa dos Jovens Farmacêuticos não está aqui para fazer reivindicações em nome dos jovens pelo simples facto de sermos jovens. A APJF tem de identificar os problemas mas quererá sempre ajudar na descoberta das soluções. Por isso, faremos por aproximar os profissionais e promover o relacionamento dos farmacêuticos com as organizações. Porque juntos fazemos ainda melhor, desenvolveremos reuniões e fóruns de discussão. Participaremos e realizaremos também iniciativas conjuntas com outras associações sectoriais.

Tendo em conta a forte concorrência de outras classes profissionais, no exercício de funções que outrora eram exclusivas do farmacêutico, queremos continuar a ser os mais bem preparados. Hoje e no futuro, em resposta às alterações legais e à tendência economicista das empresas, o farmacêutico só se poderá defender com a qualidade do seu trabalho. Neste domínio, a formação é essencial. A APJF estará disposta a colaborar com as Universidades, e respectivas associações de estudantes, de forma a garantir que os planos curriculares estão devidamente adequados aos desafios da realidade profissional. Por outro lado procuraremos desenvolver programas de formação especificamente destinados aos jovens farmacêuticos.

Durante o mandato que agora se inicia desenvolveremos também uma bolsa de emprego que responda aos desafios dos novos tempos, constituindo uma porta de entrada no mercado de trabalho para os jovens profissionais.

Junto da sociedade adoptaremos sempre uma atitude positiva que demonstre o importante papel do farmacêutico. Queremos contribuir para que tal como até então tem acontecido, o farmacêutico mereça dos mais elevados índices de confiança, quando avaliado pela população. Tenho a certeza que os farmacêuticos portugueses estarão sempre perto das pessoas.

Enfim, a APJF tem projectos e uma equipa motivada em cumpri-los. Estamos preparados para o futuro. E o futuro já começou.

Muito obrigado!

O Presidente

Duarte Santos

Triénio 2011/2014

 
APJF Premiada: Projecto do Ano PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Administrator   
Segunda, 23 Maio 2011 14:22

É com muito orgulho que a direcção da APJF informa todos os seus associados e simpatizantes que no passado dia 19 de Maio a APJF recebeu o Almofariz 2011 na categoria de Projecto do Ano.

Este prémio será mais uma motivação para dar continuidade ao trabalho que até aqui se tem vindo a realizar.

Queremos também agradecer a todos os colaboradores que sem qualquer tipo de protagonismo ajudaram a construir este projecto de uma forma gratuita e disponível. A todos um muito obrigado pelo empenho e dedicação.

"«Sem o espírito de entrega à nossa profissão e paixão por aquilo que fazemos, nada disto seria possível», afirmou Francisco Barros, presidente da associação" in Farmácia Distribuição

 
Protocolo de Estágios Profissionalizantes PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
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Escrito por Administrator   
Sexta, 20 Maio 2011 15:29

PROGRAMA DE ESTÁGIOS NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA



Ordem dos Farmacêuticos, APIFARMA- Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica, Associação Portuguesa de Jovens Farmacêuticos e Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia celebraram protocolo.

 

No dia 19 de Maio de 2011, pelas 17:00 horas, na Sala Almada Negreiros do Centro Cultural de Belém, foi assinado um protocolo entre a Ordem dos Farmacêuticos (OF), APIFARMA – Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica , Associação Portuguesa de Jovens Farmacêuticos (APJF) e Associação Portuguesa de Estudantes de Farmácia (APEF) tendo em vista a criação de um Programa de Estágios na Indústria Farmacêutica dirigido aos estudantes de Ciências Farmacêuticas e aos jovens farmacêuticos.

Esta iniciativa tem por objectivo dinamizar a realização de estágios de natureza profissionalizante em empresas farmacêuticas a operar em Portugal (nacionais e internacionais), procurando, simultaneamente, promover o reforço das qualificações técnico-profissionais pelo contacto directo com a realidade do mundo do trabalho.

Ao abrigo deste acordo, a OF assegurará a coordenação, implementação e execução do Programa, enquanto a Apifarma se compromete a promover a participação activa das empresas suas associadas neste projecto. A APJF e a APEF promovem, por sua vez, a divulgação junto dos jovens farmacêuticos e estudantes de Ciências Farmacêuticas.

A cerimónia de assinatura do protocolo integrou-se na Reunião Anual do Colégio de Especialidade de Assuntos Regulamentares (CEAR) da OF, que decorreu nos dias 19 e 20 de Maio, no CCB, sob o tema “Novos Desafios da Ciência Regulamentar”.

Actualizado em Sexta, 20 Maio 2011 15:31
 
Mais profissionalismo menos "política" PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Varios - Noticias
Escrito por Administrator   
Terça, 02 Novembro 2010 12:37

Novembro 2010

N/Ref. PR-02.11

PRESS-RELEASE

APJF com a Ordem dos Farmacêuticos

Mais Profissionalismo menos “política”

 

A APJF mostra-se solidária com a Ordem que os defende, Ordem dos Farmacêuticos, pela tomada de posição acerca dos licenciamentos de laboratórios de análises clínicas.

Mais uma vez fica provada a permeabilidade do actual Governo a interesses que apenas reflectem pressão política e que em nada valorizam o sector da Saúde.

É tempo de fazer algo realmente sério nesta área.

Temos noção que há muito para acrescentar e modificar na Saúde em Portugal mas temos verificado que o que se está a fazer é aquilo que nunca se deveria ter feito por ela.

Vivemos tempos catabólicos no sector, pois em vez de se acrescentar valor ao mesmo tempo que se racionaliza o “Consumo da Saúde” assiste-se a uma constante degradação do serviço e circuito que a saúde deveria ter.

É inconcebível que a Ordem dos Farmacêuticos deixe de exercer um papel activo e preponderante no licenciamento dos laboratórios de análises. Achamos que é um retirar de valor à avaliação feita aos laboratórios e que não representa qualquer tipo de despesa Pública.

Não é correcto que decisões nitidamente tomadas por pressões de ordem política se sobreponham a decisões de cariz técnico e científico.

Há um crescente amadorismo e falta de conhecimento prático por parte de quem legisla a Saúde Portuguesa. Basta olhar para as recentes alterações feitas pelo Executivo aos preços dos medicamentos (incluindo a forma como o fez), DCI, transferência de farmácias, entre outras.

 

Por uma séria Saúde

A Direcção da APJF

 
Comunicado APJF - Carreira Farmacêutica

Fevereiro 2010

     N/Ref. PR-001.10

PRESS-RELEASE

Revisão da carreira dos Técnicos Superiores de Saúde:

Por uma Carreira Farmacêutica no SNS! 

No presente momento discute-se a reestruturação das carreiras no Sector Público da Saúde. Este tema tem merecido a reflexão da Direcção da Associação Portuguesa dos Jovens Farmacêuticos (APJF).

A implementação de uma carreira farmacêutica autónoma que abranja as diferentes áreas de intervenção farmacêutica no Serviço Nacional de Saúde parece-nos fundamental.

Sendo o ensino pré-graduado a base de desenvolvimento de um profissional, na opinião da APJF, pelo facto de deter competências técnico-científicas distintas, o Farmacêutico deve ser encarado como o especialista superiormente habilitado no que respeita ao medicamento e toda a sua envolvência. Desta forma, só à intervenção do Farmacêutico se podem associar responsabilidades com inequívoca repercussão na melhoria da qualidade dos serviços em Saúde. 

Actualmente, actividades profissionais com cariz formativo meramente técnico são exercidas por pessoas com formação politécnica. A Tutela deverá saber fazer sempre as devidas distinções. As diferenças desde o ensino até à especificidade, responsabilidade e campo de intervenção que separam estes profissionais dos que possuem formação Superior Universitária é inequívoca como, aliás, sempre foi. A título de exemplo, os Planos Curriculares dos actuais Mestrados em Ciências Farmacêuticas e da antiga licenciatura em Ciências Farmacêuticas (antes de Bolonha) leccionados a nível Universitário, de forma alguma poderão ser equiparados às licenciaturas em farmácia leccionadas em Politécnicos. As denominações são passíveis de confusão mas as condições de acesso, duração, conteúdo e exigência dos planos curriculares são totalmente distintos.

Visto estarmos num período de mudanças, faz todo o sentido, com base nas evidentes diferenças desde a formação ao desempenho profissional e por uma questão de justiça inter-profissional, que o farmacêutico tenha uma carreira distinta e bem demarcada para o bem da Saúde Pública em Portugal.

A APJF apela aos responsáveis directos pelas possíveis futuras alterações, nomeadamente o Ministério da Saúde e os Sindicatos, que atendam às observações descritas no relatório elaborado pelo Grupo de Trabalho de apoio à revisão das carreiras de Técnicos Superiores de Saúde e Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, criado ao abrigo do Despacho nº 7422/2009, de 12 de Março, a pedido da Sra. Ministra da Saúde, Dra. Ana Jorge, e seja aproveitado o actual momento de reflexão conjunta para se decidir por um novo e adequado paradigma.

Os Jovens Farmacêuticos – o futuro da profissão farmacêutica, estão totalmente disponíveis para toda a colaboração necessária! 

A Direcção da APJF.